Dinheiro e Inteligência Emocional

Toda decisão que tomamos ao decorrer do dia possui forte influência emocional, principalmente quando envolve dinheiro.

Quem nunca fez uma compra por impulso e se arrependeu depois? Ou comprou algo extremamente caro e usou pouquíssimas vezes?

Quando desenvolvemos a percepção das nossas emoções, conseguimos identificar a emoção que estamos sentindo e o gatilho externo ou interno que a despertou.

Isso faz com que o nosso pensamento e nossas ações sejam mais equilibradas.  Necessitamos das nossas emoções, assim como precisamos da nossa razão. Uma vida saudável se encontra entre esses dois caminhos.

A Inteligência Emocional é uma habilidade que tem a capacidade de melhorar todos os âmbitos da nossa vida, inclusive, financeira.

Neste artigo você vai compreender como o dinheiro é emocional e ainda terá acesso a dicas exclusivas para desenvolver sua Riqueza Financeira. Confira!

Qual é a relação entre o dinheiro e as emoções?

Primeiro, vamos falar das crenças familiares e sociais que adquirimos ao decorrer da vida em relação ao dinheiro.

Você já ouviu frases como: “quem é rico não é feliz”, “quem tem dinheiro não vai para o céu”, “dinheiro não traz felicidade”?

Essas frases ficam gravas em nosso subconsciente e se tornam crenças que nos limitam, porque abraçamos essas afirmações como verdade absoluta e, consequentemente, acabamos agindo sempre dentro de um “padrão”.

Logo, o dinheiro acaba se tornando algo ruim – porque acreditamos nisso –  e essa matéria tão poderosa não flui como deveria em nossa vida.

Outra questão importante é a vida intrauterina. Você já percebeu que manuseia o dinheiro da mesma forma que a sua mãe, pai, avó etc.?

Isso acontece por causa da história de vida da nossa família. Durante a gestação, fazemos nossas primeiras interpretações sobre a vida e o dinheiro está envolvido nisso.

Entenda suas emoções antes de comprar

Descontar seus sentimentos em compras é sinônimo de dívidas. Procure observar com que frequência o seu humor muda durante o dia e como você está se sentindo emocionalmente antes de comprar algo.

Dê ao seu dinheiro um propósito

Metas e objetivos são essenciais para que o nosso dinheiro tenha um propósito real e servem também, para trazer uma sensação de recompensa por todo o esforço que foi investido. Então, crie metas a longo e a curto prazo. Isso ajuda a evitar gastos supérfluos durante o dia e aos poucos, esse hábito se torna natural.

Tenha consciência da sua realidade financeira

Contas pagas no débito automático, compras parceladas e por aí vai. Tudo isso pode fazer com que você não tenha uma noção clara do quanto ganha x gasta durante o mês. Anote tudo isso em uma planilha para que você tenha consciência das suas finanças.



Quando juntamos controle emocional com educação financeira, observamos que a nossa relação com o dinheiro muda naturalmente.

5 DICAS PARA DESENVOLVER INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NAS FINANÇAS

A inteligência emocional nas finanças é com certeza um diferencial entre as pessoas que controlam seus impulsos e, consequentemente, conseguem cuidar bem do dinheiro.

Isso porque, na teoria, todos nós deveríamos tomar decisões financeiras de forma racional. Mas na prática a gente sabe que normalmente as coisas não funcionam assim e costumamos comprar motivados pela emoção.

Se você costuma fazer compras para aliviar uma frustração ou para se recompensar depois de um dia difícil, este texto sobre inteligência emocional nas finanças é para você! 

Leia com atenção e entenda como dominar a sua mente.

O que é inteligência emocional nas finanças?

A inteligência emocional nas finanças é a capacidade de reconhecer, avaliar e decidir sobre seus próprios sentimentos em relação ao dinheiro.

Confira as 4 dicas:

1.Inclua o controle financeiro na sua rotina

Saber quanto você tem na conta e quais são as despesas programadas é um bom ponto de partida para desenvolver a inteligência emocional. Afinal, o primeiro passo é conhecer bem suas finanças e ter o orçamento sob controle, e para isso é preciso incluir a gestão financeira pessoal na rotina.

Ao registrar todos os seus gastos e ganhos e planejá-los mês a mês, você cria uma relação mais próxima com o dinheiro e passa a entender seus hábitos de consumo.

A partir daí, fica mais fácil analisar quais sentimentos prevalecem na sua vida finaceira e como eles impactam seu bolso.

2. Entenda e controle as compras por impulso

Controlar o consumo impulsivo é uma das principais habilidades da inteligência emocional nas finanças. De acordo com uma pesquisa da SPC Brasil divulgada em 2018 na veja, 6 em cada 10 brasileiros admitem aproveitar o cartão de crédito para fazer comprar por impulso.

Provavelmente você já esteve dentro dessa estatística e sabe como é comprar algo no calor do momento e sentir um arrependimento depois. Mas não adianta ficar se culpando: é preciso entender de onde vêm seus impulsos para controlá-los.

Muitas pessoas compram quando estão se sentindo frustradas, quando acha que merece uma compensação ou quando já gastou mais do que devia e resolve “chutar o balde”.

O problema é que a “shopping terapia” leva ao descontrole financeiro e endividamento, além de acabar com suas chances de realizar projetos e sonhos futuros que dependem de dinheiro.

Por isso, o caminho é avaliar quando o desejo incontrolável surge e evitar os gatilhos que acionam esse comportamento — por exemplo, o hábito de olhar vitrines ou navegar por sites de e-commerce em momentos de tédio.

3.Cuidado com as influências externas

 se você quer ter o poder da inteligência emocional nas finanças, precisa tomar cuidado com influências externas.

Isso inclui não ser alvo fácil da publicidade, não se deixar levar pelas opiniões alheias e não sucumbir à pressão constante pelo consumo.

Muitas vezes, as pessoas compram para manter aparências ou se autoafirmar com produtos e serviços que agregam status, simplesmente porque estão mais focadas na comparação com os outros do que em seus próprios objetivos de vida.

A dica é desviar desse pensamento e se cercar de pessoas igualmente inteligentes financeiramente, que usam seus recursos de forma racional e evitam desperdícios. Assim, você estará no caminho certo para controlar suas emoções e cuidar muito bem do seu dinheiro.

4.Enxergue o dinheiro de um novo ponto de vista

Para ter inteligência emocional nas finanças, é preciso analisar a fundo sua relação com o dinheiro e enxergá-lo de um novo ponto de vista. Se você só pensa em pagar as contas e gastar com desejos pontuais, é sinal de que não entendeu a função desse recurso na sua vida.

O dinheiro deve ser encarado como um meio para realizar seus sonhos e projetos (pelo menos aqueles que têm preço), que precisa ser gerenciado mensalmente para cumprir seu propósito.

Por isso, deve existir um objetivo por trás de cada centavo — do contrário, você vai passar a vida sem saber para onde está indo o dinheiro e reclamando que não tem o suficiente.

5. Pense no seu futuro

Você saberá que conquistou sua inteligência emocional quando conseguir abrir mão de um desejo hoje para ter um benefício maior amanhã. Esse é um dos maiores desafios na vida financeira, porque quase sempre escolhemos consumir agora e pagar depois.

Só que para realizar planos como comprar um imóvel, fazer uma grande viagem ou se tornar financeiramente independente, você precisa inverter a lógica para “pagar agora e consumir depois”.

Na prática, significa usar o crédito com moderação e poupar dinheiro todo mês religiosamente, separando no mínimo 10% do salário para bancar seu “eu futuro”.

Se você colocar na cabeça que está investindo em si mesmo e nos seus sonhos, será mais fácil resistir às tentações imediatas e focar nos seus objetivos.

Gostou das dicas para desenvolver inteligência emocional nas finanças? 

Para aprimorar ainda mais sua inteligência emocional e ganhar mais dinheiro para bancar seu futuro, eu sugiro que você conheça esse artigo de como fazer a primeira venda como afiliado do site mindsetafiliado.

Desejo sucesso pra você, um forte abraço e até mais.

Como Ter Inteligência Emocional

A Inteligência Emocional é a capacidade de compreender e gerenciar os próprios sentimentos, assim como o sentimento dos outros.

1.Conheça seus limites e saiba quando é suficiente

Há momentos em que é importante definir nossos limites adequadamente. Estes limites podem incluir o exercício do nosso direito de discordar, de dizer “não” sem se sentir culpado, de estabelecer nossas próprias prioridades e nos proteger da coação.

E é importante saber quando é hora de mudar o seu foco. A inteligência emocional envolve não só a capacidade de olhar para dentro, mas também de estar presente no mundo ao seu redor.

2.Crie um ambiente positivo

Criar um ambiente positivo não só melhora a sua qualidade de vida, mas pode ser contagioso para as pessoas ao seu redor.

Perceba o que está indo bem, o porquê e onde você se sente agradecido em sua vida.

3.Pratique a empatia

A empatia é sobre entender o próximo, como alguém se sente ou se comporta de determinada maneira e poder comunicar essa compreensão a eles.

O estado de empatia deve começar de você: quando se sentir ou se comportar de certa maneira, pergunte “Por que eu acho que estou me sentindo assim/fazendo isso?”

A primeiro plano a resposta será “Eu não sei”, mas continue prestando atenção ao seus sentimentos e comportamentos, e você começará a notar diferentes respostas que chegam. Isso nos torna mais sensíveis e abertos.

4.Pratique o “responder” ao invés do “reagir”

Segundo Goleman, o cérebro emocional responde aos acontecimentos de forma mais rápida do que o cérebro pensante. Por isso é importante se concentrar em suas ações e perceber a diferença entre o responder e reagir.

O processo de reagir é um processo inconsciente onde experimentamos um gatilho emocional e nos comportamos de forma inconsciente, expressando essa emoção de maneira instantânea. Já o responder é um processo consciente que envolve perceber como você se sente, depois decidir como você quer se comportar.

Como dito antes, tome seu tempo e não se deixe reagir de maneira impulsiva e imediata.

5. Não julgue ou mude seus sentimentos com muita rapidez

Neste caso a pressa é inimiga da perfeição. A Inteligência Emocional é um processo gradual, pode ser lento e varia de pessoa para pessoa.

Tente não descartar seus sentimentos antes de ter uma chance de pensá-los.

Emoções saudáveis muitas vezes se elevam e caem como uma onda, aumentando e desaparecendo naturalmente. Seu objetivo não deve ser “furar a onda” antes de atingir seu pico.

6.Reduza as emoções negativas

Um dos principais pontos ao desenvolver a Inteligência Emocional é ser capaz de gerir as suas emoções negativas.

Evite saltar para uma conclusão negativa imediatamente e pense que as situações possuem várias opções de saída, basta você procurá-las. Uma dica é escrever seus pensamentos e sentimentos, isso pode ajudar a externalizar e compreender melhor.

7. Lide de frente com o estresse e a ansiedade

Todos passam por momentos estressantes na vida ou se sentem ansiosos por algum motivo. Saber lidar com estas situações pode fazer a diferença entre o equilíbrio e a disfunção.

Quando sob pressão, a coisa mais importante a ter em mente é manter a calma.

Dicas rápidas como lavar o rosto com água fria, tomar ar fresco, evitar cafeína ou fazer exercícios intensos podem mudar muito a maneira como nos sentimos.

Saber lidar com sabedoria com o estresse e a ansiedade pode melhorar todos os aspectos da sua vida, você fica mais disposto, com saúde, relacionamentos, e melhora até seus rendimentos em dinheiro na sua vida profissional.

Por isso dê uma mais atenção as suas emoções e a forma como você cuida delas, porque é possível sim desenvolver a inteligência emocional e ser mais feliz.

O que é Inteligência Emocional

A inteligência emocional se refere à capacidade de identificar e administrar as próprias emoções, bem como as emoções dos outros.

Diz-se geralmente que a inteligência emocional inclui pelo menos três habilidades: consciência emocional ou a capacidade de identificar e nomear as próprias emoções; a capacidade de controlar essas emoções e aplicá-las a tarefas como pensar e resolver problemas; e a capacidade de controlar as emoções, que inclui tanto regular as próprias emoções quando necessário quanto ajudar os outros a fazer o mesmo.

CONFIRA A BAIXO 6 SINAIS DE INTELIGENCIA EMOCIONAL

1 VOCÊ PENSA SOBRE SENTIMENTOS.

1.A inteligência emocional começa com o que é chamado de autoconsciência e consciência social, a habilidade de reconhecer emoções (e seu impacto) em você e nos outros.

Essa consciência começa com a reflexão. Você faz perguntas como:

  • Quais são minhas forças emocionais? Quais são meus pontos fracos?
  • Como meu humor atual afeta meus pensamentos e minha tomada de decisão?
  • O que está acontecendo sob a superfície que influencia o que os outros dizem ou fazem?

Ponderar questões como essas produz percepções valiosas que podem ser usadas a seu favor.

Ao entender e encontrar respostas para todas essas questões até a sua alta estima melhora, a sua autoconfiança e como consequência você melhora sua saúde, seus relacionamentos e até sua vida financeira, aumentando sua renda e ganhando mais dinheiro.

2. Você faz uma pausa.

A pausa é tão simples quanto parar e pensar antes de falar ou agir. (Fácil na teoria, difícil na prática.) Isso pode ajudá-lo a evitar momentos embaraçosos ou a assumir compromissos muito rapidamente.

Em outras palavras, fazer uma pausa ajuda você a evitar tomar uma decisão permanente com base em uma emoção temporária.

3. Você se esforça para controlar seus pensamentos.

Você não tem muito controle sobre a emoção que sente em um determinado momento. Mas você pode controlar sua reação a essas emoções – concentrando-se em seus pensamentos. (Como já foi dito: você não pode impedir que um pássaro pouse na sua cabeça, mas pode impedir que ele construa um ninho.)

Ao se esforçar para controlar seus pensamentos, você resiste a se tornar um escravo de suas emoções, permitindo-se viver de uma forma que esteja em harmonia com seus objetivos e valores.

4. Você se beneficia com as críticas.

Ninguém gosta de feedback negativo. Mas você sabe que criticar é uma chance de aprender, mesmo que não seja proferida da melhor maneira. E mesmo quando é infundado, dá a você uma janela de como os outros pensam.

Ao receber feedback negativo, você mantém suas emoções sob controle e se pergunta: Como isso pode me tornar melhor?

5. Você mostra autenticidade.

Autenticidade não significa compartilhar tudo sobre você, com todos, o tempo todo. Ele faz média dizendo o que você quer dizer, o que significa que você diz, e aderindo a seus valores e princípios acima de tudo.

Você sabe que nem todo mundo apreciará que você compartilhe seus pensamentos e sentimentos. Mas aqueles que importam irão.

6. Você demonstra empatia.

A capacidade de demonstrar empatia, que inclui a compreensão dos pensamentos e sentimentos dos outros, ajuda você a se conectar com os outros. Em vez de julgar ou rotular os outros, você se esforça para ver as coisas pelos olhos deles.

Empatia não significa necessariamente concordar com o ponto de vista de outra pessoa. Em vez disso, trata-se de se esforçar para entender – o que permite que você construa relacionamentos mais profundos e conectados.